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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

CAPOEIRA APAEana





Após avaliação com a psicóloga Tânia Bellomo e o educador físico Fábio Costa, capoeiristas apresentaram "roda de capoeira" no almoço beneficiente da APAE Pelotas, dia 30 de novembro, no centro de tradições gaúchas Thomas Luiz Osório de Pelotas.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

EQUOTERAPIA

Equo e pet terapia têm espaço no auxílio de tratamentos em Pelotas
Métodos são consideradas extensões das formas terapêuticas convencionais

Momento de alegria e descontração durante uma aula acompanhada pelo Diário Popular, em que os pacientes se tornam praticantes da cavalgada (Foto: Paulo Rossi - DP)


Cães treinados são usados no Hospital Espírita para contato com o público em atendimento (Foto: Elison Bitencourt - Especial DP)

De um consultório fechado para campos abertos, onde a natureza propicia diferentes aromas, sons e oscilações da luz do dia. Uma extensão das formas terapêuticas convencionais, pode-se dizer. É assim com a equoterapia e com a pet terapia. Nos animais elas têm o principal instrumento de trabalho. São recursos capazes de trazer uma série de benefícios e oferecidos para entidades de Pelotas com necessidade de explorar esta diversidade em tratamentos.

É o caso do Centro de Equoterapia da Apae, localizado na Associação Rural de Pelotas (ARP). Nele, atualmente são dez cavalos as principais ferramentas dos profissionais das áreas da saúde, educação e equitação com as crianças excepcionais. Nesta terapia, elas não são pacientes. Tornam-se praticantes. Como a pequena Natiele, de seis anos, que tem paralisia cerebral. Ela vem acompanhada pela irmã, Juliana Barros, 18. "Eu gosto de vir com ela, pode ver como ela fica feliz." Enquanto dizia isso, Natiele passava, acompanhada de uma instrutora, montada a cavalo com um sorriso de ponta a ponta.

Suas melhoras vieram principalmente no equilíbrio. Antes, mal conseguia ficar sentada. A equoterapia pode ter este poder, mas vai além. "O benefício não é só na área motora, mas também na área comportamental", explica a psicóloga do Centro, Tânia Bellomo. De acordo com o fisioterapeuta e coordenador do projeto, Ciro Sena, o ambiente da prática e o simples fato de andar a cavalo e já têm o poder de começar a fazer a diferença.
Segundo ele, o movimento do cavalo difere apenas 5% do passo do ser humano. Isso, para quem não caminha ou tem dificuldades, já é um grande estímulo. Do ponto de vista fisioterapêutico, auxilia no equilíbrio, na motricidade e na postura. Na educação e na saúde mental, ajuda na autonomia, na iniciativa e na ressocialização. E vai além. Os profissionais lembram de alguns casos de praticantes que, ao começar a andar a cavalo, solucionaram até mesmo problemas intestinais provavelmente ocasionados por não caminharem.

Exigências sobre os cavalos e o tratamento
Sena explica que, para fazer este tipo de trabalho, os equinos têm de ser extremamente dóceis. No tratamento são propostos exercícios e jogos com bolas e arcos e o cavalo precisa ter uma aceitação com o processo e não se assustar com ele. Não há raça obrigatória, mas a crioula demonstra mais facilidade. Todos os cavalos vêm de doação, mas têm de ter procedência e passam por três meses de treinamento com o Centro.

Cavalos de mais idade demonstram mais tranquilidade e por isso são mais utilizados. Mas já há um projeto com três cavalos mais novos domados pelo Centro da Apae. A ideia é que eles tragam um benefício maior por ter uma andadura diferenciada pela idade. Segundo o coordenador, são três andaduras: transpistar, antepistar e sobrepistar. Cada uma delas é escolhida de acordo com a necessidade de cada pessoa.

Programas da equoterapia
A equoterapia consiste em quatro programas. O primeiro, a hipoterapia, é sempre acompanhado de um auxiliar guia e um terapeuta. No segundo, chamado educação e reeducação, há maior ênfase do instrutor junto a um educador. O terceiro programa é o pré-esportivo, mais avançado. Nele, o praticante já tem o domínio das rédeas e consegue dominar o processo sem um instrutor de equitação, desde a encilha até o andar.

Mesmo que seja mais complexa, algumas crianças conseguem alcançá-lo. Às quartas-feiras, quem também participa deste programa são cinco integrantes da Associação Pelotense de Parkinsonianos. É um projeto que faz parte do mestrado de Sena. Com eles, é trabalhado o equilíbrio, a rigidez do tronco e a capacidade de respiração. Há ainda quarto programa, o esportivo. O foco deste é ainda mais avançado, voltado para participações em Paralimpíadas. Não é abordado no Centro da Apae.

Ajuda dos melhores amigos do homem
Se os equinos têm importante papel terapêutico, os cães não ficam atrás. A pet terapia também está presente na cidade através de um projeto do curso de Veterinária da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) que interage com outros cursos como a Psicologia. Com dez cães treinados, o projeto atende entidades locais, entre elas o Cerenepe, o Centro de Atendimento ao Autismo e o Hospital Espírita de Pelotas (HEP), onde a reportagem do Diário Popular acompanhou uma atividade.

As cadelas Bombom, Mila e Pipoca, todas sem raça definida, são treinadas para os exercícios específicos com os pacientes. Segundo a psicóloga do HEP, Larissa Fontana, até mesmo a higiene é abordada quando eles escovam o pelo e os dentes dos cães. Eles também passeiam com os animais de coleira pelo pátio do Hospital e, nessa interação, trabalham o lado afetivo. As cadelas conhecem o trabalho, mas nunca deixam de brincar e dar carinho aos pacientes. "Tem uma parte que é treinamento, mas tem outra que é dom mesmo", opina a veterinária e coordenadora do projeto, Márcia Nobre.

Esta afetividade foge de uma rotina comum de hospital e, conforme Larissa, auxilia no tratamento. O contato com os animais muitas vezes dá a sensação de estar mais próximo de casa, já que a maioria têm cães de estimação. Há toda uma sensação de liberdade. Durante o tratamento, há o contato com a família, mas são internos da instituição. Os pacientes ouvidos disseram sentir-se bem ao lado dos animais e que a atividade "traz lembranças dos tempos bons".

O projeto de pet terapia paralisa durante as férias universitárias e retorna no próximo ano.

Equoterapia em Pelotas
- 10 cavalos
- Desde 1996
- 90 atendimentos por semana
- Atendimentos de 30 minutos
- Cada cavalo passa por três meses de treinamento
- Antes de ingressar na equoterapia, a criança passa por um atendimento para verificar se esta é a terapia mais adequada

Pet terapia em Pelotas
- 10 cães
- Desde 2006
- Cães sem raça definida
- Mínimo de um ano de treinamento
- Participam alunos e professores de cursos como Veterinária e Psicologia

domingo, 23 de novembro de 2014

INFORME

Serviços da Apae estão comprometidos por falta de 

recursos

Desde maio entidade não recebe verbas de metas e Executivo promete solução
Por: Daiane Santos

São R$ 10.298,00 que deixaram de ser repassados à instituição (Foto: Jô Folha - DP)

Após a divulgação da situação enfrentada pela escola Louis Braille, em Pelotas, outra entidade assistencial da cidade vem a público em busca de socorro. Desde maio, a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) não recebe da Secretaria de Justiça Social e Segurança (SJSS) o valor das metas conveniadas com o órgão relacionadas aos atendimentos em reabilitação/habilitação e tratamento precoce.

São R$ 10.298,00 que deixaram de integrar o já apertado orçamento da instituição, responsável pelo atendimento de 230 crianças com as mais variadas necessidades especiais. Para se ter uma ideia, mensalmente a entidade recebe R$ 61 mil da prefeitura através de convênios, mas gasta cerca de R$ 75 mil na manutenção dos serviços, o que exige o auxílio da comunidade para manter a associação deportas abertas.

No entanto, essa ajuda nem sempre é suficiente. Segundo o diretor da instituição, Victor Edgar Pitzer Neto, mesmo se a prefeitura estivesse repassando os recursos das 154 metas, a Apae fecharia as contas com déficit de R$ 8 mil mensais. "Sem esse dinheiro a situação fica ainda mais grave. Já devemos água, luz e telefone, e não queremos cortar serviços." Apesar disso, essa é a tendência, caso a SJSS não repasse as verbas.

Problema está em Brasília
Todos os meses a prefeitura de Pelotas, através da SJSS, deveria receber R$ 36.630,00 do Fundo Nacional da Assistência Social (Fnas) para repasse às escolas assistenciais da cidade. Apesar disso, em dez meses apenas cinco parcelas foram pagas, gerando um problema para a prefeitura de Pelotas.

Cerenepe, Círculo Operário Pelotense (COP) e Alfredo Dub receberam os recursos normalmente - a Louis Braille optou por não assinar o convênio por considerar o processo de definição das metas injusto -, e quando chegou a hora de pagar a Apae faltou dinheiro na conta e a entidade ficou sem os repasses.

Conforme o gerente de Planejamento da SJSS, Jaime Starke, na próxima quarta-feira uma comissão da secretaria vai a Brasília para reunião com a assessoria técnica do Fnas. Lá, deve ser oficializado o remanejo de saldos de outras fontes para a quitação das metas pelotenses. "A Apae está no topo da lista. Precisamos resolver a situação da entidade." Com isso, em breve os repasses devem ser normalizados.

E se...
Se a Apae fechasse hoje, o atendimento de 230 crianças e adultos portadores de necessidades especiais de Pelotas e da região seria comprometido. Além da fisioterapia, a associação oferece aulas de reforço, cuidados médicos e psicológicos - inclusive para as famílias -, fonoaudiologia, aulas de equoterapia, capoeira e práticas esportivas diversas.

A entidade também incentiva a inserção de deficientes no mercado de trabalho. Graças ao programa de inclusão desenvolvido no local, 29 ex-alunos conseguiram trabalho, número que deve crescer com a instalação de um laboratório de informática no espaço. A próxima aposta da associação são as aulas de hidroterapia. Para isso, uma piscina está sendo construída com recursos do Brechó Jurídico.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

IV PARAJIRGS MOVIMENTA A CAPITAL



Basquete em cadeira de rodas foi disputado no CETE - - Foto: Brunno Prado

Reunindo mais de 300 paratletas, a quarta edição dos Jogos Intermunicipais do Rio Grande do Sul para Pessoas com Deficiência (PARAJIRGS) movimentou Porto Alegre de sexta-feira (17) a domingo (19). Realizado pela Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (FUNDERGS), o evento contou com a participação de uma campeã mundial juvenil e um campeão olímpico.
No judô para deficientes visuais, o destaque foi Luiza Oliano, campeã mundial juvenil em 2013, que disputou o PARAJIRGS por Canoas. E, na esgrima em cadeira de rodas, o medalhista de ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres, em 2012, Jovane Guissone foi o principal nome da delegação de Esteio. Os dois foram campeões nas suas modalidades.
Na sexta-feira, foram realizados o credenciamento e a classificação dos paratletas, além da cerimônia de abertura, que contou com desfile das delegações, discurso do secretário Estadual do Esporte e do Lazer, Ricardo Petersen, e do presidente da FUNDERGS, Cláudio Gutierrez. Também foram realizadas duas apresentações, uma de um grupo de danças gauchescas para portadores da Síndrome de Down e outra de um grupo de dança formado por crianças de Alvorada.
No sábado e no domingo, as provas e jogos. A maioria das disputas – atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, esgrima em cadeira de rodas, judô e tênis de mesa – foram realizados no Centro Estadual de Treinamento Esportivo (CETE), no bairro Menino Deus. As exceções foram os jogos de goalball, no Ginásio Poliesportivo do Grêmio Náutico Gaúcho, no bairro Praia de Belas, e as provas de natação, na piscina da Associação Cristã de Moços (ACM), no Centro.
A equipe de para-atletismo da APAE Pelotas não participou este ano do evento, devido a avaliação que alguns integrantes da equipe passam com integrantes do grupo de capoeira. A equipe de basquete da ESEF também não se fez presente por não ter um número mínimo de para-atletas. O município foi representado pela equipe de para-atletas da escola especial Louis Braille que trouxeram 18 medalhas do certame.

FOTOS DO EVENTO CLICA AI EMBAIXO:

https://www.flickr.com/photos/fundergs/sets/72157648936051435

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

sábado, 9 de agosto de 2014

PROGRAMAS ESPECÍFICOS 2014

CAPOEIRA RETORNA COM APRESENTAÇÃO MARCADA PARA DIA 20 E PARA-ATLETISMO FOCA NO PARAJIRGS 2014










O GRUPO DE CAPOEIRA APAEANA INICIA O SEGUNDO SEMESTRE COM APRESENTAÇÃO DA "RODA DE CAPOEIRA APAEANA" AGENDADA PARA O MOMENTO CULTURAL DO "SEMINÁRIO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA E ACESSIBILIDADE", DIA 20 DE AGOSTO, ÀS 17h NO AUDITÓRIO ENILDA FEISTAUER DO INSTITUTO FEDERAL SUL-RIO-GRANDENSE, DEPOIS O GRUPO SE PREPARA PARA O DESFILE DA JUVENTUDE E POTENCIALIDADES NA AVENIDA BENTO GONÇALVES, 06 DE SETEMBRO E APÓS, AGUARDAM O MOMENTO DO BATIZADO E TROCA DE CORDA DOS INTEGRANTES MARCADO PARA 21 DE NOVEMBRO, SEXTA-FEIRA ÀS 15h NO AUDITÓRIO DO SEST SENAT.





COM O INICIO DAS INSCRIÇÕES (04 DE AGOSTO) PARA O PARAJIRGS 2014, COMEÇA A PREPARAÇÃO DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE PARA-ATLETISMO DA APAE PELOTAS PARA A PARTICIPAÇÃO EM 19 À 21 OUTUBRO NO C.E.T.E. DE PORTO ALEGRE. COM ISSO, OS ENCONTROS DE FUTEBOL DÃO LUGAR AOS ENCONTROS DE PARA-ATLETISMO QUE ACONTECERÃO A PARTIR DE SEXTA-FEIRA, 15 AGOSTO, NA PISTA DE ATLETISMO DO SESI.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

PROGRAMAS ESPECÍFICOS 2014

FÉRIAS DE INVERNO
PROGRAMA DE FUTSAL TERMINA SEMESTRE COM INTEGRAÇÃO



EQUIPE VISITANTE (TURMA SURDOS DO COL. MUN. PELOTENSE) COM A PRESENÇA DO ATLETA "MARCELO DAMASCENO" (CAMPEÃO BRASILEIRO DE FUTSAL ENTRE SURDOS) TEVE MUITA FACILIDADE NA PARTIDA.



 EQUIPE DE FUTSAL APAEANA PASSA POR RENOVAÇÃO, JOGADORES SUARAM MUITO MAS O PLACAR CONTRÁRIO FOI "ELÁSTICO".
"CAPOEIRISTAS" PRESTIGIARAM A INTEGRAÇÃO DO DIA 18 DE JULHO.




NO INTERVALO, LUIS FERNANDO AZAMBUJA (FELIZ NA FOTO AO LADO), COMENTOU TER FEITO O PRIMEIRO GOL DOS POUCOS CONVERTIDOS PELA EQUIPE APAEANA.


ANDRÉ BIERHALLS, CONSCIENTE QUE FALTOU PREPARO FÍSICO, CORREU, DESCANSOU, MAS NÃO DEU.
FABÃO (LESIONADO DO JOELHO ) FICOU SÓ NO APITO.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

LAZER

PASSEIO NA FENADOCE 2014 AGRADOU A TODOS!



Alguns momentos da tarde de 18 de junho...

Mães do turno da tarde e manhã com filhos e filhas
Psicóloga Tânia acompanhou o grupo..
Lú (Estimulação) fabão (Ed. físico)
Educadoras (A.E.E.) Rosaura e Beth
Vereador Rafael Amaral disponibilizou ônibus para o passeio







 







Laís, Denise, Renata, AlexSander, Pacheti, André, Duarte e Daiane ( capoeiristas 2014)



domingo, 15 de junho de 2014

LAZER

APAE VAI A FENADOCE 2014.



Quarta-feira,18 de junho, os frequentadores da APAE Pelotas terão a oportunidade de visitar e conferir algumas atrações deste ano na feira.
 O passeio oportunizado pelo "Projeto Social Fenadoce 2014" é direcionado para estudantes e professores com entrada franca das 14h às 17h (mediante ofício) e tem a colaboração do vereador Rafael Amaral que disponibilizará um ônibus para o deslocamento até o centro de eventos e volta para a APAE.

domingo, 8 de junho de 2014

INFORME

PROJETO PADEL SORRISO RATIFICA PARCERIAS EM PELOTAS

DURANTE A ETAPA PELOTAS DO CIRCUITO FRONTEIRÃO DE PADEL, REALIZADO NESTE FINAL DE SEMANA NAS QUADRAS DO PADEL DÉZ, AS FASES INICIAIS DE EXECUÇÃO DO PROJETO FORAM ANALISADAS POSITIVAMENTE E PROJETO SOCIAL DEVERÁ CONTINUAR.
Deivid (Padel Déz), Marcinha (Padel Déz), Fábio (APAE Pelotas) e Norton (Projeto Padel Sorriso)

Norton Campos, idealizador do projeto Padel Sorriso, confirma que "interesse e superação dos participantes nos projetos (em doze APAEs do RS) são virtudes rapidamente observadas nos padelistas especiais". Manda um abraço para a Elenara!  Finalizou Norton.

Para Relembrar...


" Os Programas Especiais ou Específicos de Educação Física visam oferecer uma prática regular, adaptada e orientada aos portadores de deficiência que não estão inseridos nos programas da APAE Educadora, seja em função da terminalidade ou de estarem incluídos em atendimentos educacionais na rede regular de ensino. Esses programas buscam uma educação para a saúde com ocupação saudável do tempo livre de lazer, além de favorecer condições para aquisição de conhecimentos e atitudes favoráveis para a consolidação de hábitos sistemáticos da prática de atividades físicas que levem a uma vida com qualidade e saúde.
Fazem parte desse programa a Educação Física, o Desporto e o Lazer. 

As unidades da APAE poderão buscar parcerias com Universidades/Faculdades, empresas públicas ou privadas, associações, clubes e outras instituições para montar e estruturar suas atividades de lazer." 

Educação Física, Desporto e Lazer: proposta orientadora das ações, p.44.
Documento elaborado a partir das discussões e conclusões obtidas na Reunião da Coordenadoria Nacional de Educação Física, Desporto e Lazer, dias 28 e 29.08.00, em Brasília / DF, e no II Encontro Nacional dos Coordenadores de Educação Física, Desporto e Lazer, dias 11 e 12.09.00, em Blumenau / SC.